Oradores



Adérito Medeiros Freitas

 

Adérito Freitas

Adérito Medeiros Freitas é natural do lugar de Campo d'Égua, concelho de Valpaços.
Concluiu a licenciatura em Ciências Geológicas em 1961 e exerceu a actividade profissional como professor em vário Liceus nacionais.
É membro das associações: Associação Portuguesa de geólogos, Sociedade Portuguesa de Ciências Naturais, Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, Sociedade Martins Sarmento, Associação Portuguesa de Professores de Biologia e Geologia, Associação para o Desenvolvimento da Cooperação em Arqueologia Peninsular, Sociedade Internacional de Molinologia, Grupo Cultural Aquae Flaviae.
De 1974 a 1986 participou com o Professor Santos Júnior em várias campanhas de investigação arqueológica no Castro da Curalha e no Santuário Rupestre do Castelo do Mau Vizinho. no Concelho de Chaves de que foram publicados 12 relatórios.
A partir de 1986 a sua actividade na área da investigação arqueológica centrou-se no Concelho de Valpaços tendo publicado os trabalhos editados pela Câmara Municipal: As Pias dos Mouros, O Carvalho Santo, O ”Careto” de Campo d`Égua, A Cerca de Ribas e a sua notável rede de muralhas, Notícia Preliminar sobre a Fraga das Passadas, Carta Arqueológica do Concelho de Valpaços, Fontes de Abastecimento de Água do Concelho de Valpaços, Os Sumagreiros de Avarenta, Geomonumentos, Relógios de Sol do Concelho de Valpaços, Professor Albano dos Anjos Pereira, Moinhos, Lagares Cavados na Rocha, Corpus dos Petrófilos do Concelho de Valpaços.


Alberte Reboreda

 

Alberte Reboreda

Alberte Reboreda Carreira é Licenciado en Historia da Arte pola Universidade de Santiago de Compostela (USC) e Máster Universitario en Xestión Integral do Patrimonio Cultural na especialidade de Arqueoloxía pola USC-CSIC.
É autor ou coautor de distintas publicacións.
Nas campañas que tiveron lugar nos anos 2008, 2009 e 2010 participou nos traballos arqueolóxicos levados a cabo na Cruz do Castro.
En 2012 dirixiu os traballos de catalogación dos lagares rupestres da comarca de Monterrei. Foi docente do Máster en Valoración, Xestión e Protección do Patrimonio Cultural que organizou a Universidade de Vigo e a Escola Superior de Conservación e Restauración de Bens Culturais de Galicia nos cursos 2014-2015 e 2015-2016.
É colaborador permanente no Faro da Cultura (suplemento cultural do Faro de Vigo) desde o ano 2014 escribindo artigos sobre o patrimonio cultural e arqueoloxía.


Alexandra Vieira

 

Alexandra Vieira

Alexandra Vieira é licenciada em História, variante Arqueologia, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É nesta instituição que conclui, em 2015, o doutoramento em Arqueologia: Contributo para o estudo dos Vestígios Arqueológicos – do VI ao I milénio a.C. Paisagens e Memórias na Bacia Hidrográfica do Douro.
É investigadora do CITCEM (Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória»).
Entre 2001 e 2003 foi colaboradora de várias empresas de arqueologia, onde exerceu funções inerentes à atividade de estudo e salvaguarda do património arqueológico.
Desde outubro de 2003 que é docente do Departamento de Artes e Humanidades, da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo – Instituto Politécnico de Bragança.
A sua investigação tem como base a relação entre os vestígios arqueológicos, as paisagens e a memória social. Tem interesse em áreas como a arquitetura vernacular, a etnografia, a tradição oral, paisagens humanizadas, memória social, religiosidade popular, turismo cultural, entre outros.
A relação entre a Arqueologia e o Turismo constitui um desafio, nomeadamente no que concerne a articulação entre a salvaguarda e usufruto do património arqueológico.


Ana Cláudia Ferreira Alves

 

Ana Alves

Natural da Freguesia de Mouçós, Concelho e Distrito de Vila Real. Nascida a 17 de Dezembro de 1980.
Ingresso em 1998 na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, no curso - Licenciatura em Enologia, concluído em 2003.
Estágio Curricular efectuado na Estação Vitivinícola Nacional de Dois Portos, tendo realizado trabalho de investigação no departamento de Microbiologia, trabalho que culminou com a publicação do artigo – “Influence of red fermentation oenological additives on inoculated strain implantation” no World Journal of microbiology e biotechnology.
Realização de vindimas em diferentes produtores, respectivamente:
- EVN-Dois Portos
- Adega Cooperativa de Santa Marta de Penaguião
- Real Companhia Velha
Exercício das funções de Enóloga e responsável pela implementação de sistema de Controlo de Qualidade e HACCP, na Adega Cooperativa de Valpaços durante o período de 2004 a 2007.
Ingresso em 2007 na Comissão Vitivinícola Regional de Trás-os-Montes até actualmente, exercendo as seguintes funções:
• Técnica de Controlo – Acompanhamento da Certificação;
• Responsável do Departamento de Enologia;
• Responsável do Departamento de Promoção;
• Aconselhamento técnico aos produtores da região;
Formadora na área da Enologia.
Provadora em diferentes Concursos Nacionais e Internacionais de Vinhos.


António do Nascimento Sá Coixão

 

Natural e residente na vila de Freixo de Numão, concelho de Vila Nova de Foz Côa.
Licenciado em História, pela FLUP, em 1979; Mestrado em “arqueologia Pré-Histórica” na FLUP, em 2000, com a dissertação “A Ocupação Humana na Pré-Historia Recente na Região de Entre o Côa e Távora”.
Em Janeiro de 2017, entregou na FLUP a sua dissertação de doutoramento com a denominação “A Romanização do Baixo Côa”.
De 1980 a 1990 desenvolveu trabalhos arqueológicos em intervenções de emergência e cooperou em campanhas arqueológicas diversas. De 1991 a 2016 desenvolveu Projetos no âmbito do PNTA, nos concelhos de Mêda e Foz Côa.
Dirigiu, escavou e musealizou diversos sítios, publicando as Cartas Arqueológicas dos concelhos de Vila Nova de Foz Côa e Mêda.
Com diversas intervenções e musealizações de sítios, criou o “Circuito Arqueológico de Freixo de Numão” bem como o “Museu da Casa Grande”, com os núcleos de arqueologia e etnografia, hoje fazendo parte da RPM.
Publicou cerca de três dezenas de obras de investigação e património e dirige, desde 1998, a revista da Câmara de Foz Côa, “Côa Visão”. Tem artigos de investigação publicados em diversas revistas nacionais e internacionais.
É Diretor do Museu da Casa Grande e Presidente da ACDR de Freixo de Numão (desde 1980) e Diretor do Jornal de Noticias de Freixo de Numão. Exerce cargos directivos em diversas Associações de âmbito regional.


Antonio González Cordero

 

Doctor en Prehistoria y Arqueología, ejerce como profesor en el IES Zurbarán de Navalmoral de la Mata, localidad donde desempeña el cargo de patrono de la Fundación-Museo Antonio Concha a la vez que coordina los Coloquios Historicos anuales que se desarrollan sobre dicha Comarca.
Ha dirigido la catalogación del Arte Rupestre de la Alta Extremadura, así como la elaboración de distintas Cartas Arqueológicas de los términos municipales de Montánchez, Cáceres, Las Villuercas y Campo Arañuelo. En esta última comarca ha coordinado también la realización del inventario del patrimonio Histórico-Artística para el proyecto Leader.
Es director y coautor del Inventario Bibliográfico Arqueológico e Histórico de Extremadura. Publicado por la Junta de Extremadura en la Serie Extremadura Arqueológica IX. y de numerosas intervenciones editadas en Memorias del Museo de Cáceres.
Ha dirigido y coodirigido excavaciones arqueológicas en diversos yacimientos extremeños como el Cerro del Horca, Castrejón, Castillejos I y I, Caballerizas, Torre Albarragena, Los Mármoles, Barruecos, etc. y en el campo de apoyo a proyectos de investigación ha colaborado con distintas Universidades españolas en la excavación del poblado y necrópolis de la Zarcita, El poblado del Jardinero, La villa romana de los Términos de Monroy, la Cueva del Conejar, La villa romana del Olivar del Centeno, etc.
Es además autor de más de un centenar de publicaciones, con colaboraciones en las revistas más prestigiosas de España, tales como Trabajos de Prehistoria, Archivo Español de Arqueología, Saguntum, Zephyrvs, Stvdia Zamorensia, Arquelogía y Territorio Medieval, Anas, Revista de Arqueología, etc. En revistas del ámbito regional, reincidiendo en varias de ellas tales como Revista de Estudios Extremeños, Alcántara, Norba y en diversas publicaciones monográficas de la Junta de Extremadura; en revistas Internacionales tales como Madrider Mitteilugen, Journal Of Iberian Archaeology, Archeologie Islamique, Trabalhos de Atrpologia e Etnologia. Más de cuarenta aportaciones a Congresos, ya sean regionales, nacionales o Internacionales.


Asunción Martínez Valle

 

Asunción Valle

Doctora en arqueología. Universidad de Alicante.
Arqueóloga Municipal de Requena (Valencia).
Miembro de ICOMOS ESPAÑA. Ha representado al comité español en la candidatura de Patrimonio Mundial de los Dólmenes de Antequera. Miembro de ICOMOS ICAHM (International Committee on Archaelogical Heritage Management) Numerosos artículos en revistas de investigación sobre arqueología ibérica y romana. Numerosos congresos nacionales sobre arqueología ibérica y romana. Ha colaborado con la Universidad Politécnica de Valencia en el Master de Patrimonio y Restauración Arqueológica. Premio Bancaja por codirección de proyectos de fin de master en 2007 y 2009. Codirige un proyecto de arqueología del Vino para declaración de UNESCO que promueve el IVCR (instituto Valenciano de Conservación y Restauración de Bienes Culturales de La Generalidad Valenciana) el ayuntamiento de Requena y la asociación Territorio Bobal. Secretaria y editora científica del Congreso Internacional Agroalimentario del TICCIH ( The International Committee for the Conservation of the Industrial Heritage) 2011. Ha participado en congresos internacionales sobre Cultura del Vino en Vietnam (2009), Argentina (2009 y 2011), Brasil (2010) Perú 2016. Invitada en 2012 por el Centro de Estudios de Museología y el Museo Sheikh Noor-ud-Din Noorani de la Universidad de Jammu, Cachemira (India) a la Conferencia Internacional “Global Cultural Routes: Tourism and Socio- Economic Viability” donde impartió una conferencia sobre Cultura del Vino. Profesora visitante en la Universidad Nacional de San Juan, Argentina 2013 donde Impartió un curso de postgrado (2013) sobre arqueología del vino.


Eduardo-Breogán Nieto Muñiz

 

Eduardo Muñiz

EDUARDO-BREOGÁN NIETO MUÑIZ é licenciado en Historia (2000) con Diploma de Estudos Avanzados (2003) pola Universidade de Vigo.
Desenvolve a súa labor como arqueólogo profesional, comezando a súa carreira como arqueólogo asistente nas escavacións na Citania de Castromao (Celanova, Ourense) entre os anos 1999 e 2009, alternando como bolseiro durante 3 anos no Museo Arqueolóxico Provincial de Ourense.
Como director destacan os seus traballos na Necrópole Rupestre Altomedieval de San Vitor de Barxacova (Parada de Sil, Ourense) entre os anos 2010 e 2016, onde centra a súa tese doutoral na actualidade, así como a dirección en campo dos traballos no Castelo do Casón (Ortigueira, A Coruña, 2015) e no Castro de Astariz (Catrelo de Miño, Ourense, 2016), xunto co profesor Fermín Pérez Losada, así coma noutros sitios arqueolóxicos de interese, como a Vila Romana do Bouzadoiro (Verín, Ourense, 2015) ou a Cividade do Castro (Parada de Sil, Ourense, 2014).
Ten dirixido tamén numerosas intervencións arqueolóxicas en ámbito urbano (Ourense, Xinzo de Limia, Verín...) e participado nos traballos de catalogación e estudo dos lagares rupestres da comarca de Monterrei xunto con Alberte Reboreda Carreira e Victor Rodríguez Muñiz, sendo tamén autor de múltiples publicacións científicas sobre os seus traballos.


Fermín Emiliano Pérez Losada

 

Fermín Losada

• Licenciado en Xeografía e Historia (1985) e Doutor en Arqueoloxía (2000) pola USC.
• Docencia en materias de Arqueoloxía (Licenciatura, Grao, Máster) da UVigo desde 1990 ata a actualidade.
• Director do Laboratorio de Arqueoloxía da Universidade de Vigo (LAUV) e Investigador Principal do Grupo de Estudios de Arqueoloxía, Antigüidade e Territorio (GEAAT).
• Director dos proxectos de intervención/investigación arqueolóxica das villae romanas de Noville-Mugardos (1988-1990) e Toralla-Vigo (2002-2009). Co-director (xunto con A. Fernández Fernández) do proxecto de investigación Castro de Armea-Allariz (2011-2012, 2014-2016). Co-director (xunto con S. González Soutelo) do proxecto de investigación villa romana de Currás-Tomiño (2013-2014). Co-director (xunto con P. Valle Abad) do proxecto de investigación Necrópole medieval de Medeiros-Monterrei (2016). Co-director (xunto con E.B. Nieto Muñiz) do proxecto de investigación Castro de Astariz-Castrelo de Miño (2016).
• Liña de investigación preferente: poboamento, hábitat e territorio no mundo galaicorromano.
• Autor de mais de 50 publicacións científicas (artigos, libros, ponencias, etc.) da súa especialidade.


Gregorio Francisco González

 

Gregorio González

Licenciado en Historia. Universidad de Extremadura. Cáceres, 1997 - 2002.
Arqueólogo territorial en la ciudad de Coria (Cáceres). Desde Julio de 2009-actualidad.
Colaboraciones en las excavaciones programadas de la AT-28 Proyecto Visir Amen-Hotep Huy (Luxor, Egipto 2013-2016), Alesia (Borgoña, Francia, 2011), Monte Revincu (Córcega, Francia, 2006), Tossal del Mortorum (Castellón, 2004) o Tiermes (Soria, 2004).
PUBLICACIONES SOBRE LAGARES:
Francisco González (2015): “Lagares Santos.” En Conteras, Elías (coord.), Lagares Rupestres, aportaciones para su investigación, pp. 93-98. ADRA.
Francisco González (2013): “Aproximación al estudio de los lagares rupestres de la provincia de Cáceres.” pp. 189-198. En Patrimonio cultural de la vid y el vino. UAM Ediciones.
Francisco González (2012): “Lagares en torno a Piedras Albas (Cáceres)”. Vestigios de un paisaje agrícola www.alboris.es/pueblo/Lagares%20piedras%20albas.pdf
Francisco González (en prensa): “Lagares rupestres de las tierras de Alcántara.” Conferencia Internacional Agroalimentaria TICCIH 2011. Paisajes y patrimonio cultural del vino y otras bebidas psicotrópicas. TICCIH, Instituto Valenciano de Conservación y Restauración, Ayuntamiento de Requena. Requena (Valencia) 12-15abril de 2011.


Joaquín Berrocal Rosingana

 

Joaquín Berrocal Rosingana, natural de San Esteban de la Sierra, Salamanca, con DNI 7.795.767 y residente en calle La Roza, 3, San Esteban de la Sierra, Salamanca, posee los siguientes títulos y cursos de formación:
- Licenciatura en Geografía, Historia y Arte por la Facultad de Geografía e Historia de la Universidad de Salamanca -1971-1976.
- Cursos del C.A.P., primer ciclo, 1975-1976, y segundo ciclo, 1976-1977.
- Curso de Formación de Formadores - octubre de 1995.
- Curso sobre Uso y Gestión de Recursos Tecnológicos: Nuevas Tecnologías Aplicadas al Sector Turístico - junio de 1997.
Como docente ha impartido y realizado las siguientes actividades:
- Dieciocho cursos de Geografía Turística de España y once cursos de Itinerarios Turísticos por España como profesor de la Escuela de Turismo de Salamanca.
- Siete cursos de Recursos Territoriales Turísticos en Universidad SEK e I.E. Universidad.
- Varios cursos sobre recursos naturales para guías de turismo.
- Investigaciones sobre Lagares Rupestres en San Esteban de la Sierra y alrededores al margen de numerosas visitas guiadas de la Ruta de los Lagares Rupestres de San Esteban de la Sierra.


Luis Vicente Elías Pastor

 

Luis Pastor

Luis Vicente Elías Pastor, nace en Logroño en 1949, estudia Filosofía en la Universidad de Navarra, realiza la Maîtrise de Ethnologie, en la Universidad de Burdeos y el Doctorado en Antropología en la Universidad de Barcelona.
Es especialista en cultura tradicional, habiendo desarrollado su investigación alrededor de dos temas: la trashumancia del ganado y la cultura de la vid y del vino.
Desde su primera obra, de 1978, Arquitectura popular de La Rioja, hasta sus recientes publicaciones sobre paisaje del viñedo, más de cincuenta libros, han plasmado el resultado de su investigación.
Entre su actividad laboral, destaca la Dirección de la Fundación Caja Rioja, su trabajo en Bodegas López de Heredia, Viña Tondonia, o la realización del Museo del Vino de Morales de Toro (Zamora).
En la actualidad trabaja sobre temas relacionados con el patrimonio cultural del vino. Se acaba de editar el Atlas del Cultivo Tradicional del Viñedo y de sus paisajes singulares, de la que es Director.


Luís Jorge Cardoso de Sousa

 

Luís Sousa

Natural da freguesia de Vila Boa de Quires, concelho de Marco de Canaveses, é licenciado e mestrando em arqueologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Tem centrado a atividade profissional preferencialmente em questões relacionadas com o povoamento na Proto-História e na Época Romana nos vales dos rios Sousa e Tâmega, com principal incidência no concelho de Lousada, onde desenvolve a atividade de arqueólogo no Gabinete Municipal de Património e Arqueologia. Sobre este território tem de igual modo contribuído com diversos estudos sobre etnografia e história local.
Desenvolve ao presente um estudo a propósito das “Estruturas e recipientes vinários romanos e medievais do Douro Inferior” para provas de Dissertação de Mestrado.


Margarita Contreras Villaseñor

 

Margarita Villaseñor

Mexicana. Ha estado residiendo en La Rioja, España, por más de 12 años. Psicóloga de formación e investigadora desde 2002 de la cultura del vino en varios países. Ha elegido como tema para la tesis doctoral El Turismo del Vino como fenómeno de Ocio, actualmente en elaboración, Universidad Deusto.
Forma parte del equipo de trabajo del Atlas del Cultivo Tradicional del Viñedo y sus Paisajes Culturales, recién publicado por el Instituto de Patrimonio Cultural de España y coordinado por Luis Vicente Elías, con quien ha publicado varios libros en torno al Turismo del Vino, Paisaje del Viñedo y Cultura del Vino.
Ha trabajado en varias bodegas llevando el Proyecto de Turismo, como Bodegas Miguel Merino, Gómez Cruzado y otras. Actualmente se desempeña como investigadora de temática relacionada con la Cultura del Vino, Archivos de afamadas bodegas y otros proyectos Enoturísticos. Participó en la realización del Museo del Vino de Morales de Toro, Zamora, mismo que dirigió por unos años.
En 2009 coordinó el Congreso de Lagares Rupestres en La Rioja, España.


Maria João Santos

 

Maria Santos

Doutorada em Ciências da Antiguidade pela Universidade de Saragoça, Licenciada e com Mestrado em Pré-história e Arqueologia pela Universidade de Lisboa, Maria João Correia Santos é actualmente investigadora do Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Actualmente centra a sua investigação no estudo dos antigos lugares sagrados da Península Ibérica, designadamente os chamados santuários rupestres, conjugando a metodologia arqueológica com a epigrafia e o estudo das paisagens antigas.
No âmbito desse trabalho destaca-se o estudo do santuário do Cabeço das Fráguas como investigadora do Instituto Arqueológico Alemão de Madrid; a sua participação no projecto de investigação FERCAN (FONTES EPIGRAPHICI RELIGIONVM CELTICARVM ANTIQVARVM) da Academia Austríaca da Universidade de Gräz, e o seus actuais projectos de investigação no santuário de Panóias, em Vila Real e no que diz respeito aos chamados high places da Jordânia.


Pedro Abrunhosa Pereira

 

Pedro Pereira

Pedro Abrunhosa Pereira é licenciado em Arqueologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, mestre e doutorado em História, Arqueologia e Línguas Antigas pela Universidade Lumière – Lyon II (2008 e 2014 respectivamente).
É investigador do CITCEM (Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória»), onde desenvolve a sua actividade no grupo “Memória, Património e Construção de Identidades”.
Tem desenvolvido e coordenado vários projectos de investigação plurianuais em Arqueologia Clássica no Vale do Douro, nomeadamente nos concelhos de Alijó, Mêda e Miranda do Douro.
As suas áreas de especialização centram-se na vitivinicultura clássica e no processo de romanização e ocupação humana no Douro durante a Antiguidade.


Víctor Rodríguez Muñiz

 

Víctor Muñiz

Víctor Rodríguez Muñiz (Ramirás, Ourense, 1982) é licenciado en Historia pola Universidade de Vigo. Vinculado á área de Historia Medieval desta facultade, está a concluír a súa tese de doutoramento (“O monacato feminino na Galicia medieval. 1100-1500”).
A súa tese de licenciatura "O mosteiro de Santa Cristina de Ribas de Sil na Idade Media" derivou na publicación dunha monografía, que acompaña outras obras de divulgación da historia e o patrimonio das que é coautor, como Camiño de Santiago. Camiño do Sueste- Vía da Prata ou a guía turística do Eixo Atlántico Da Gallaecia à Euro-Região. Rotas turísticas da nossa História. Finalmente, Arqueoloxía do viño.
Os lagares rupestres na comarca de Monterrei, é o resultado da catalogación destas estructuras vinarias na que participou xunto con Alberte Reboreda Carreira e Eduardo-Breogán Nieto Muñiz, realizando os correspondentes traballos de procura documental. A máis da actividade como documentalista, ten traballado como arqueólogo en intervencións no ámbito urbano (Museo Arqueolóxico Provincial de Ourense), galaicorromano (castros de Santomé, Ourense, e Astariz, Castrelo de Miño) e medieval, con destaque para a necrópole de S.Vítor de Barxacova (Parada de Sil).


Virgílio Loureiro

 

Virgílio Loureiro

Virgílio Loureiro licenciou-se em Agronomia, em 1973, e doutorou-se em Microbiologia pela Universidade Técnica de Lisboa, em 1984.
Durante 40 anos foi docente e investigador do Instituto Superior de Agronomia no domínio da Microbiologia e Biotecnologia.
Logo que se diplomou em Agronomia começou a fazer vinho em várias regiões do país e do estrangeiro e a interessar-se pela perspectiva cultural do vinho, particularmente a dos vinhos históricos portugueses. Agora, que está reformado, tem tempo para se dedicar à sua paixão favorita: o vinho nas suas várias vertentes, embora sempre na óptica do enólogo.
Continua a ser enólogo e “Mau Feitio” é o seu último vinho e novo projeto enológico, onde pretende sintetizar a sua forma de interpretar o vinho.
Começou há pouco tempo a dar os primeiros passos como “jornalista” de vinhos na revista Epicur, onde coordena a secção de Vinhos, e começou a escrever regularmente na revista “Douro. Vinho, História & Património”, onde reinterpreta a história do vinho português como enólogo.


Xosé F. Lorenzo Regal

 

Pepe Lorenzo

• Licenciado en xornalismo pola Universidade de Barcelona
• Xornalista colexiado nº 963 no Colexio Profesional de Xornalistas de Galicia
• Traballou en:
Os xornais La Voz de Galicia, El Ideal Gallego, El Correo Gallego, El País
Xefe do Gabinete de Prensa do Concello de Ferrol
Xefe do Gabinete de Prensa da Consellería de Agricultura da Xunta de Galicia
• Na Actualidade:
Desde 1990 consultor asociado en Grupo FiltroComunicación
Desde 2004 consultor asociado en ServinoConsulting
• Co-director do Salón dos Viños e Destilados de Galicia (desde 2004)
• Coordenador editorial dos libros Guía dos Viños, Destilados e Bodegas de Galicia anos 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017
• Coordenador editorial do libro As Pedras que facían Viño, viaxe polos Lagares Rupestres de Galicia (2017)
Entre outros moitos traballos como consultor de comunicación, editor e organizador de eventos eno-gastronómicos e culturais.


Yolanda Peña Cervantes

 

Yolanda Cervantes

Licenciada en Historia (UAM, 1998) y Doctora en Arqueología (UAM, 2008) con premio Extraordinario de Doctorado. Ha sido Becaría de Investigación (2001-2005, UAM) y realizado diversas estancias en centros extranjeros (Deutsches Archäologisches Institut Frankfurt, Deutsches Archäologisches Institut Rom y Escuela Española de Historia y Arqueología en Roma).
Su investigación se ha centrado esencialmente en los procesos productivos y en los espacios destinados a la elaboración de vino y aceite de época romana, publicando un buen número de trabajos, entre los que destaca su obra monográfica sobre este aspecto de la historia de Hispania (Torcularia: La producción de vino y aceite en la Hispania), publicada en 2010.
Desde 2005 es miembro del Equipo de Investigación del yacimiento de Carranque (Toledo) y desde 2014 miembro de la Misión Arqueológica en Roma dentro del proyecto de investigación del Palazzo de la Villa de Adriano en Tívoli. Ha participado en diversos proyectos de investigación vinculados directamente con la Arqueología de la Producción, entre los que destacan el "El artesanado en Barcino" o "Marmora Hispaniae. Explotación, uso y difusión de la caliza de Espejón en la Hispania romana y tardoantigua".
En la actualidad es Investigadora Post-doctoral de la Universidad Nacional a Distancia (UNED) e investigadora adscrita al Instituto Catalán de Arqueología Clásica.